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este blog foi criado para aqueles que cultuam a doutrina do Vale do Amanhecer, e, para aqueles que, simplesmente, querem conhecê-la... sejam bem vindos!

O Templo Puemar do Amanhecer de Pirenópolis - GOIÁS, BRASIL, está de portas abertas, todas as Quartas e Domingos a partir das 19:00hs, para atendimento de pacientes, que precisam de ajuda, dentro do seu merecimento, na humildade e no amor, pela Lei de Nosso Senhor Jesus Cristo - - Lei do Auxílio e da Caridade -- para a cura espiritual. Com a graça de Deus Pai Todo Poderoso, de Pai Seta Branca e do Nosso Ministro Puemar você é, e sempre será bem vindo(a) ao nosso templo

A doutrina do Amanhecer não tem “desenvolvimento a distância” ou “desenvolvimento on line”. Os conhecimentos e técnicas mediúnicas devem ser adquiridos gradativamente conforme a trajetória de cada médium em seu desenvolvimento dentro dos Templos. A pretensão deste blog é apenas disponibilizar aos mestres e ninfas, o acervo doutrinário,  com mais facilidade.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Relato de Tia Neiva

Paulo, um jovem médico, perdeu sua filha de oito anos.

 

Vivia pelos cantos, desesperado, porque, apesar de ser um Jaguar (espírito  de Jaguar, mas não membro de nossa Doutrina), não acreditava na vida fora da matéria. Sofria terrivelmente a perda de sua filha. Passava horas com sua esposa ou em lugares escuros.

 

Certo dia, uma família espírita na qual Paulo nunca acreditara, ensinou-lhe o que fazer: uma pequena mesa forrada de branco, um copo com água, um pequeno jarro de rosas (de que a menina tanto gostava). E ali ficaram, à espera do que poderia acontecer.

 

Súbito, ouviu-se um soluço e, logo depois, a vozinha esperada, que disse: “Paizinho, vim buscar meu cordãozinho que o senhor me deu quando nasci! Sim, pai, lhe vejo todos os dias, quando está pensando em mim!...”

 

“Sim, filha! - disse o homem, que até então não acreditava - Vou buscar. Está no cofre...”

 

“Não, pai, já está no meu pescoço. O senhor não o encontrará mais! Voltarei, paizinho, para este lar tão logo me permita Deus!” 

 

Paulo foi depressa ao cofre e não encontrou o cordãozinho. Só ele sabia que ninguém poderia abrir o cofre, pois só ele tinha a chave...

 

Quatro anos depois daquele ritual, uma linda menina de dois anos de idade lhe perguntava:

 

“Papai, onde está o meu cordãozinho?”

 

E, segurando a sua mão, o levou até o cofre.

 

Ela batia as mãozinhas, dizendo: “Abre! Abre!”

 

Paulo abriu o cofre e lá estava o cordãozinho, do mesmo jeito que o deixara, inclusive com um pequeno coração, também de ouro, que acompanhava o cordão. Ele conservava a marca do dentinho, mordido que fora pela menina.

 

Enquanto ela gritava: “Dá, dá, é meu!”, Paulo, trêmulo, beijava a pequerrucha, dizendo:

 

“Oh, meu Deus! Devolvestes a minha filha! Não tenho dúvidas...”

 

Paulo passou o resto de sua vida fazendo rituais, para achar e explicar a constituição da consciência.

 

Tia Neiva – sem data

 

Fonte: O Exílio do Jaguar – Mestre Kazagrande

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