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quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Mãe Yemanjá
Mãe Yara
MÃE YARA
sábado, 19 de novembro de 2011
A Falange dos Magos - parte 1
Mensagem do Pai Seta Branca - 31.12.1975
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Reflexão (Pai Seta Branca)
Mediunismo e Mediunização
MEDIUNISMO
Medium
MÉDIUM
Mediunidade - parte 4
(Recomendável ler, antes, a parte 3)
Mediunidade - parte 3
Mediunidade - parte 2
(Recomendável ler, antes, a parte 1)
Mediunidade - parte 1
MEDIUNIDADE
sábado, 12 de novembro de 2011
Serenidade
Serenidade é o estado de paz, de tranqüilidade, de suavidade mental que obtemos pelo trabalho interior, pela meditação, pela consciência atendida em suas mais elevadas vibrações.
O Jaguar consciente é sereno, não exige a perfeição dos outros ou de suas ações, não se deixando levar por impulsos descontrolados nem ações insensatas porque aprendeu o valor da mente tranqüila e dos gestos suaves, libertando-se da agitação, da ansiedade e do nervosismo.
A Raiz Egea - parte 4
Cerca de 2000 AC, indo-europeus da Idade do Bronze, se radicaram nas terras da atual Itália. Foi o início de um cruzamento de linhas – Ariana e Egea, que resultaria em grande desenvolvimento para nossos espíritos. Mil anos depois, haviam ocupado toda a península como tribos rurais: Samnitas, Sabinos, Latinos, Úmbrios e Oscos.
A Raiz Egea - parte 3
A Raiz Egea - parte 2
Da base na Egea, os Capelinos sobreviventes da submersão de grandes áreas pelas águas do Mediterrâneo se deslocaram para as regiões costeiras, formando três grandes raízes: EGÍPCIOS, GREGOS e HEBREUS. No Egito não há registro histórico de uma religião, mas, sim, uma evolução diversificada de várias correntes, com variados e numerosos deuses cultuados nas diferentes regiões, com um ponto comum: o Livro dos Mortos, guia da grande viagem – Amenti - que as almas desencarnadas deviam fazer até o País dos Mortos.
A Raiz Egea - parte 1
Uma poderosa raiz se baseou na região da Egea, terra que ficava entre a Turquia e a Grécia, tendo sido submersa pelas águas do mar Egeu, formando as ilhas gregas, e dando origem a três linhas que influenciaram profundamente a civilização da Terra: Gregos, Egípcios e Hebreus.
A Raiz dos Hiperbóreos
A Raiz dos Himalaias - parte 2
A Raiz dos Himalaias - parte 1
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Fazenda Três Coqueiros
Mãe Tildes
MÃE TILDES
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Angical
ANGICAL
A Falange das Nyatras
As Nyatras foram trazidas por Koatay 108, em abril de 1984, inicialmente compostas por sete ninfas Lua, para participação no 1º de Maio daquele ano.
Têm função específica na Estrela Sublimação (*), quando na condução do Santo Nono – as Esmênias e seus mestres – para os esquifes.
As Nyatras não podem participar do trabalho como Esmênias.
A Primeira Nyatra é a Ninfa Lua Jorgelina Henrique Bahia (Jojô), consagrada em 1.5.88, tendo como Adjunto de Apoio o Adjunto Trino Muray, Mestre Ademar, sendo os prefixos Nepia e Nepia-Ra.
A Falange das Agulhas Ismênias
Com suas indumentárias tendo a representação dos hieróglifos, a escrita das pirâmides, e tendo, no espaço, a liderança da Princesa Samboara, alcançam pontos críticos dos submundos, ativam as forças projetadas pelos Oráculos de Oxalá, Obatalá e Olorum, através de Agamor, e proporcionam melhor receptividade dos mestres em seus Projetores pela ativação de seus chakras.
Embora com uma função especifica, podem participar de todos os outros trabalhos, sempre com muita eficiência e precisão.
As Agulhas Ismênias têm como Primeira, a Ninfa Lua Geni Duarte, sendo o Adjunto de Apoio o Adjunto Anuzio, Mestre João Duarte. Foi consagrada em 01-5-1982.
O prefixo é Avena, para as Lua, e Avena-Ra, para as Sol.
A Falange das Tupinambás
As Tupinambás têm como missão atender a pacientes que demandam o Templo em busca de auxílio, providenciando alojamento e alimentação, bem como avaliando a real necessidade de cuidados médicos, no plano físico, para ajudar os pacientes.
A Primeira Tupinambá é a Ninfa Lua Ione Turial, tendo como Adjunto de Apoio o Adjunto Trino Muray, Mestre Ademar, sendo seus prefixos Daçui e Daçui-Ra.
Fonte: Tumarã
A Falange das Cayçaras
Hoje, nos planos espirituais, a Princesa Cayçara os está reunindo, harmonizando-os no sacerdócio da Doutrina do Amanhecer, constituindo-se numa falange de caçadoras que trabalham junto aos Cavaleiros da Falange de Ypuena. Vão ao Vale das Sombras, penetram em cavernas e, com suas redes magnéticas, resgatam espíritos, com a ajuda de outras missionárias.
Fonte: Tumarã
A Falange das Ciganas Aganaras
Trazendo a missão de acompanhar os trabalhos de Julgamento e Aramê, por serem presença constante nas grandes guerras e testemunhas de muitos sofrimentos e disputas, uma vez que estavam sempre junto aos feudos e reinados do passado, as Ciganas Aganaras revivem sua jornada da Rússia à Andaluzia, protegidas pela força do talismã dos Katshimoshy.
A Primeira Cigana Aganara é a Ninfa Lua Nercy Abud, tendo como Adjunto de Apoio o Adjunto Palário, Mestre Abud, e os prefixos Adarã e Adarã-Ra.
Fonte: Tumarã
A Falange das Ciganas Taganas
As Ciganas Taganas são lideradas pela Primeira Cigana Tagana, Ninfa Lua Marlete, tendo como Adjunto de Apoio: Adjunto Trino Rolzo, Mestre Edmundo e Adjunto Divã, Mestre Tuira, sendo seus prefixos Darã e Darã-Ra.
Fonte: Tumarã
A Falange das Rochanas
A Falange das Narayamas
A Falange das Franciscanas
Fomos tribos de Guerreiras, não conhecíamos civilização, mas éramos unidas e lutávamos pela sobrevivência e sempre em proteção aos mais fracos, ou seja, de tribos menores.
Quando uma tribo lutava contra outra, tinha sempre o cuidado de enterrar os derrotados, quer estivessem vivos ou mortos. Então nós, as Guerreiras, saíamos à noite e, com as mãos, desenterrávamos e retirávamos os vivos para curá-los.
Fazíamos sapatos de nossas vestes para colocarmos nos pés feridos dos doentes.
Mansagem do Pai Seta Branca - 31.12.1974
Conduta Doutrinária - Mensagens de Tia Neiva
CONDUTA DOUTRINÁRIA
(Mensagens de Tia Neiva)
“Não me contem, não venham me contar os desatinos dos mestres! Não venham me contar que um mestre bebeu; que um mestre fez trabalhos (em outras linhas); que um mestre deixou a família; que um mestre fez isso ou aquilo... Não venham me contar! Não gosto de saber!"
Conduta Doutrinária
CONDUTA DOUTRINÁRIA
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
A Falange das Madalenas
A Falange das Arianas da Estrela Testemunha
A Falange das Jaçanãs
A Falange das Muruaicys
Quando em Delfos, Pitya escolhia jovens, cujos maridos estavam nas guerras, para auxiliá-la em sua missão. Eram as Yuricys - Flores do Campo -, que socorriam os combatentes nas planícies macedônica e peloponense.
Todavia, como não incorporavam nem profetizavam, Pitya recomendou que fossem preparadas as Muruaicys e Jaçanãs, moças fugidas do assalto de tropas mercenárias, que teriam a missão de fazer as profecias no Templo de Apolo.
A Falange das Dharmo Oxintos
A história das missionárias Dharman Oxinto começa no Antigo Egito dos Ramsés, passa pelo verde Peloponeso, pelas planícies macedônicas, pelo Império Romano, pelos desertos da Palestina, pelas nobrezas húngaras, por convento da Aquitânia, pela ensolarada Andaluzia, pelas sinhás e sinhazinhas do Brasil Colônia, quando conviveram com os queridos Pretos Velhos que traziam nossas raízes indianas e africanas, e sempre foi marcada pela coragem e pela energia de suas ações. Nem sempre positivas, mas enérgicas.
Indumentárias - parte 4
Indumentárias - parte 3
ACESSÓRIOS DAS INDUMENTÁRIAS
A Falange das Yuricys
Quando em Delfos, Pitya escolhia jovens, cujos maridos estavam nas guerras, para auxiliá-la em sua missão. Eram as Yuricys - Flores do Campo, na linguagem indígena -, que socorriam famílias desgarradas de suas tribos e os combatentes nas planícies macedônica e peloponense.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Estrela Candente e Troca de Rosas–30/10/2011
Mensagem do Pai Seta Branca - 31.12.1973
As Falanges Missionárias

A Falange do Mestrado
Falanges
FALANGES
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O Médico Jesus
Pequeno Pajé
PEQUENO PAJÉ
“Em verdade vos digo que se vos não converterdes, e vos não fizerdes como meninos, não entrareis no Reino dos Céus. Todo aquele, pois, que se fizer pequeno como este menino, será o maior no Reino dos Céus! E o que receber, em meu Nome, uma criança como esta, a Mim recebe. O que, porém, escandalizar a um destes pequeninos, que crêem em mim, melhor lhe fora se lhe pendurassem aos pescoço uma pedra de moinho, e o lançassem ao fundo do mar!”
Indumentárias - parte 2
Usado pelas ninfas desde o início de suas aulas de Desenvolvimento e por toda sua jornada na Doutrina, o chamado “branquinho” ou uniforme branco deve ser feito em tergal Verão branco, com pala 5 cm abaixo da cava, saia godê (usualmente a metragem é de 3,50 metros, com 1,40 m de largura), mangas ¾ com 3 cm de folga na boca da manga.